18 de set. de 2009
BECAUSE...
"Diz-se que quem é feliz no amor, no jogo é infeliz... E de quem faz do amor um jogo o que é que se diz?"
Para Mariana
BECAUSE...
Á boca pequena se cochicha, que neste jogo somos todos: Aprendiz!
Se a cada aventura, tentativa, erro, insisto, repito no jogo: É pq quiz!
Se minha pele na dele, se esquenta, se eriça, palpita, perco juízo: Um Triz!
Minha saliva, revigorada, transmutada, fecundada na dele 1 sabor: Aniz!
Meus olhos, ambos, cegos a tudo, a todos, menos ao vê-lo, brilham:Feliz!
Sim, são corpos prisões, todos os sentidos, da liberdade carcereiros:Matriz!
Amanheço, outra e a mesma, jogando sempre, esquadrinhando: Bissetriz!
Porque neste Teorema hermético, só perdemos, nos desfazendo como Giz!
wiliam
Para Mariana
BECAUSE...
Á boca pequena se cochicha, que neste jogo somos todos: Aprendiz!
Se a cada aventura, tentativa, erro, insisto, repito no jogo: É pq quiz!
Se minha pele na dele, se esquenta, se eriça, palpita, perco juízo: Um Triz!
Minha saliva, revigorada, transmutada, fecundada na dele 1 sabor: Aniz!
Meus olhos, ambos, cegos a tudo, a todos, menos ao vê-lo, brilham:Feliz!
Sim, são corpos prisões, todos os sentidos, da liberdade carcereiros:Matriz!
Amanheço, outra e a mesma, jogando sempre, esquadrinhando: Bissetriz!
Porque neste Teorema hermético, só perdemos, nos desfazendo como Giz!
wiliam
31 de jul. de 2009
7 de jul. de 2009
Galos no chão, águias no céu...
Se em cada canto uns Galos vários
De tal e tamanho esforço, só, diários
Erguem imenso Sol, sempre, do chão
em ressonâncias idênticas e galantes
com tantos e sonoros Kókóricantos
até Águias, de perto, admirá-los vão!
Se em toda Crista Aguda, rugosa e Rubra
como tão quentes, alvos e áureos Raios
adormecem sob os olhos claros, mansos
de milhões, miríades de Aves Irrompantes!
Impedem com suas auroras-madrugadas
Tanto sono, preguiça: toda vil penumbra!
Pois como tecido, em penas cintilantes
cada canto é colorido, arco-íris-abóbada!
E o ouvir, pelas esporas são fecundadas
matizes tão várias como os sonhos claros
de cada mente e coração: Vozes anelantes
não desperdiçam tantos instantes raros!
Então, subam estes versos mais que os mantras!
Para se rivalizarem neste junho com todos balões!
E se aqui há Galos, como teciduras, cantos: Paixão!
Há também ovos de Águias, ninhos, urdiduras e véu
revelando criatura que não se basta só ao reles chão
e sempre anseiando vão, Sol maior, tal Águia o Céu!
Se em cada canto uns Galos váriosDe tal e tamanho esforço, só, diários Erguem imenso Sol, sempre, do chãoem ressonâncias idênticas e galantescom tantos e sonoros Kókóricantos até Águias, de perto, admirá-los vão! Se em toda Crista Aguda, rugosa e Rubracomo tão quentes, alvos e áureos Raiosa dormecem sob os olhos claros, mansos de milhões, miríades de Aves Irrompantes!Impedem com suas auroras-madrugadas Tanto sono, preguiça: toda vil penumbra! Pois como tecido, em penas cintilantes cada canto é colorido, arco-íris-abóbada! E o ouvir, pelas esporas são fecundadas matizes tão várias como os sonhos clarosde cada mente e coração: Vozes anelantesnão desperdiçam tantos instantes raros! Então, subam estes versos mais que os mantras! Para se rivalizarem neste junho com todos balões!E se aqui há Galos, como teciduras, cantos: Paixão! Há também ovos de Águias, ninhos, urdiduras e véurevelando criatura que não se basta só ao reles chãoe sempre anseiando vão, Sol maior, tal Águia o Céu!
De tal e tamanho esforço, só, diários
Erguem imenso Sol, sempre, do chão
em ressonâncias idênticas e galantes
com tantos e sonoros Kókóricantos
até Águias, de perto, admirá-los vão!
Se em toda Crista Aguda, rugosa e Rubra
como tão quentes, alvos e áureos Raios
adormecem sob os olhos claros, mansos
de milhões, miríades de Aves Irrompantes!
Impedem com suas auroras-madrugadas
Tanto sono, preguiça: toda vil penumbra!
Pois como tecido, em penas cintilantes
cada canto é colorido, arco-íris-abóbada!
E o ouvir, pelas esporas são fecundadas
matizes tão várias como os sonhos claros
de cada mente e coração: Vozes anelantes
não desperdiçam tantos instantes raros!
Então, subam estes versos mais que os mantras!
Para se rivalizarem neste junho com todos balões!
E se aqui há Galos, como teciduras, cantos: Paixão!
Há também ovos de Águias, ninhos, urdiduras e véu
revelando criatura que não se basta só ao reles chão
e sempre anseiando vão, Sol maior, tal Águia o Céu!
Se em cada canto uns Galos váriosDe tal e tamanho esforço, só, diários Erguem imenso Sol, sempre, do chãoem ressonâncias idênticas e galantescom tantos e sonoros Kókóricantos até Águias, de perto, admirá-los vão! Se em toda Crista Aguda, rugosa e Rubracomo tão quentes, alvos e áureos Raiosa dormecem sob os olhos claros, mansos de milhões, miríades de Aves Irrompantes!Impedem com suas auroras-madrugadas Tanto sono, preguiça: toda vil penumbra! Pois como tecido, em penas cintilantes cada canto é colorido, arco-íris-abóbada! E o ouvir, pelas esporas são fecundadas matizes tão várias como os sonhos clarosde cada mente e coração: Vozes anelantesnão desperdiçam tantos instantes raros! Então, subam estes versos mais que os mantras! Para se rivalizarem neste junho com todos balões!E se aqui há Galos, como teciduras, cantos: Paixão! Há também ovos de Águias, ninhos, urdiduras e véurevelando criatura que não se basta só ao reles chãoe sempre anseiando vão, Sol maior, tal Águia o Céu!
vidas em voltas...
Na pulsar do tempo, sejam quais forem
as tantas voltas, desta ou de outras vidas,
somos como uma linha de novelo finito
mesmo tendo emendas, até outras cores
Não somos tecido raro, algo inacabado
dizem uns "Sem fim e sem passado"...
Não, meus olhos ávidos! Passamos!
Ora, tão calmos como a folha desgarrada
Ora, chucros como manadas ao precipício
Mas há sim, algo que é contínuo, duradouro
como O tempo, acontecendo, tão fogoso
gerúndio, sempre por vir, alterando tudo:
mudanças é o motor que nos Transmuta!
Não apenas as grosseiras, mas até sutis
E são nosso chão todas estas matérias:
que um Shakespeare cunhou de sonhos...
E quem perguntaria: o que é isto que piso?
Sua história, dores e alegrias? Teus suspiros?
Não! Ninguém sequer ouve a vida desmanchando
tanto em si mesmos, ou de outrora, como seu redor!
E se ouvem, veem com soluços de outrens, mas logo passam...
Pois ao coração sequioso de prazeres, as dores são muros
sem pichações, que quando há, repintamos de pronto
nas nossas desilusões tão ingênuas, sempre tão vencidas
Mas, para os que intuem haver algo mais: há existência oculta?
Além daquilo que os sentidos aprisionam:Medir, cheirar, tocar?
Claro que há! Aos que apenas renunciam a este viés único.
Reciclando tudo isto como se, de mudança, nada levasse mais
E vazio de si, só se interessasse pelo que é SI LÊN CI O...
Tal um recém-nascido que dormindo, aguardasse sem pressa
A completude do conteúdo, sem depender de nenhuma forma,
Construindo um outro cenário, em outro lugar mais interior:teu!
Lá, a marcha do tempo, como passarela em espiral, íngrime
tal a subida de infinita montanha, sempre exigirá o abandono
seja de algo inútil, seja de algo impróprio à nobre caminhada
pois para escalá-la, é exigido dar a própria vida, como pedaços
únicos que rebocam a tão bela estrada, fechando todas falhas
com a derradeira e última morada, deixamos pra quem vem pós,
sublime, alva, segura, maravilhosa, dourada, pura, vereda:
Lá, já tudo é lume! A comunicação é plena: A total Unidade e só!
Publicado em 01/06/2009 às 17:42:25 por Wiliam França Barros
as tantas voltas, desta ou de outras vidas,
somos como uma linha de novelo finito
mesmo tendo emendas, até outras cores
Não somos tecido raro, algo inacabado
dizem uns "Sem fim e sem passado"...
Não, meus olhos ávidos! Passamos!
Ora, tão calmos como a folha desgarrada
Ora, chucros como manadas ao precipício
Mas há sim, algo que é contínuo, duradouro
como O tempo, acontecendo, tão fogoso
gerúndio, sempre por vir, alterando tudo:
mudanças é o motor que nos Transmuta!
Não apenas as grosseiras, mas até sutis
E são nosso chão todas estas matérias:
que um Shakespeare cunhou de sonhos...
E quem perguntaria: o que é isto que piso?
Sua história, dores e alegrias? Teus suspiros?
Não! Ninguém sequer ouve a vida desmanchando
tanto em si mesmos, ou de outrora, como seu redor!
E se ouvem, veem com soluços de outrens, mas logo passam...
Pois ao coração sequioso de prazeres, as dores são muros
sem pichações, que quando há, repintamos de pronto
nas nossas desilusões tão ingênuas, sempre tão vencidas
Mas, para os que intuem haver algo mais: há existência oculta?
Além daquilo que os sentidos aprisionam:Medir, cheirar, tocar?
Claro que há! Aos que apenas renunciam a este viés único.
Reciclando tudo isto como se, de mudança, nada levasse mais
E vazio de si, só se interessasse pelo que é SI LÊN CI O...
Tal um recém-nascido que dormindo, aguardasse sem pressa
A completude do conteúdo, sem depender de nenhuma forma,
Construindo um outro cenário, em outro lugar mais interior:teu!
Lá, a marcha do tempo, como passarela em espiral, íngrime
tal a subida de infinita montanha, sempre exigirá o abandono
seja de algo inútil, seja de algo impróprio à nobre caminhada
pois para escalá-la, é exigido dar a própria vida, como pedaços
únicos que rebocam a tão bela estrada, fechando todas falhas
com a derradeira e última morada, deixamos pra quem vem pós,
sublime, alva, segura, maravilhosa, dourada, pura, vereda:
Lá, já tudo é lume! A comunicação é plena: A total Unidade e só!
Publicado em 01/06/2009 às 17:42:25 por Wiliam França Barros
19 de jan. de 2009
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